Então, aqui vai mais uma poesia com menos de uma página. As pessoas e suas mascaras:
Caminhando na estrada da vida
Entre espinhos, arbustos e flores
Tentava aprender a viver
No mundo com seus "amores"
Observando os reis, via mascaras
E do povo em volta a frieza
Belezas inertes, duras, maciças
Estampadas na face
O tempo passa a cada segundo
O sol corre a todo instante
Em ciclos incontáveis sobre a terra
Até que se canse e enfim exploda
O mesmo nas vidas humanas
Via ele e constava
Aprendera isso com a mascara que usara
Frieza e dor é o ciclo da vida...
Impensada!
O mundo lhe drena a virtude em suor
Linha do pensamento que vê
Conclusões chegadas enfim
Não é usar mascaras o que de fato quero
Quebrem o gesso emoldurado na face
Escondendo o gemido e mostrando sorrisos
Esqueçam agora o que (acham que) precisam ser
E vivam um pouco o que de fato são
Ou então vivam este ciclo
De sol em sol, dia em dia
Até que o tempo se esgote
E nada sobre além do flagelo
Obrigado pela atenção, cuidem-se.
Há 13 anos
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