Uma certa noite parei eu para pensar na eternidade, algo que a mente humana não consegue assimilar, mas que um dia estarei nela, e parei para pensar também nas pessoas que não conhecem essa eternidade e ou a negam, para que será que elas vivem? Eu paro para pensar, qual o sentido de uma vida que vai para lugar nenhum? E porque muitos dizem que estou errado se tudo que falo, e prego eu sinto e vivo, se eu falo com meu Deus e o ouço... tudo é uma questão de buscar com todo o coração. Muitos podem dizer que não o ouvem por mais que peçam sinais dEle... Ele nunca se mostra, a questão é, vocês o buscam de todo o coração? Eu também já tive dúvidas de se Deus realmente existia, e o busquei com todo o coração e Ele se mostrou pra mim, e tantas vezes cuidou de mim que não tem como eu duvidar de Sua existência, assim como o vento é fato, assim também meu Deus é fato, e eu não sei viver sem Ele.
A passagem que reforça o que eu afirmei:
"E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração." (Jeremias 29 : 13)
Agora deleitem-se com mais uma obra inspirada por Deus na minha vida:
Eterno Agora Perdido
Eterno agora perdido
No flagelo de um mundo esquecido
Da dor à luz que contagia
Do amor a mais pura alegria
Palavras suspensas no ar
Momento de tempo em conflito
A noite me pego a chorar
Pensando estou no infinito
Do belo, do novo, do eterno contido
Entendo eu que nada sei
Como sei então se posso saber?
Talvez veja mas não saberei
O que busco mas não encontrei
Da vida um eterno flagelo
Do amor um sorriso sincero
Da solidão um consolo singelo
Da noite um perfume no momento eterno
Do brilho a forma da luz contida
No novo verdadeiro encontro eu vida
Sono do sábio
Conquisto a ferida
Sentimento do tolo
Encontro a vida
Em vão esforço têm-se o fracasso
Em incansável vontade têm-se o desgasto
E vós viveis assim amargurados
Em busca de algo certo
Atrás de caminhos errados
Eu sei talvez seja incerto
Que nem eu mesmo conheça o correto
Dos tons ao novo soneto
No encontro de um novo enlaço
Do destino pré-destinado
Vós encontrais o fracasso
E eu do arbítrio a mim concedido
Busco em calor rebuscado
Nos solos de tons amargos
Da eterna e constante vertigem
A perfeição do aperfeiçoado
Pelo ferro e pelo fogo
Ardendo em turbilhão de escárnio
No fim em escuridão do presságio
Que não me cause a morte
Mas encontre eu a luz
Nem por dor nem por sorte
Mas pelo amor me conduz
Levanto-me pois é hora
Desperto eu agora
Concreto isso eu farei
Surreal pois de certo sonhei
Amargo, desta bebida bebi
Doce, quis eu negar
Eterno, este tesouro terei
Cross Walker
Boa noite a todos, e continuem acompanhando o blog, poderiam fazer alguns comentários os que estiverem gostando, seria um belo incentivo.
Abraços, Cross Walker. Uma boa noite a todos.
Há 13 anos
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