É isso mesmo...
Tuas densas canções alcalinas
Que em meio ao calor do dia
Tocam a alma do nobre poeta
Doce trovador dos sonhos
Encantos de cantos diferem
Poesias palavras dispersas
Que atingem as almas expostas
Mudando os sentimentos alheios
Começa a mudar consciência
Que tira, te tira e te muda
Te mente, ajusta e coloca
Dos momentos vividos vivemos
As experiências que forjam os seres
Grandes martelos de ferro
Martelam os seres de aço
Refinando e forjando os momentos,
As almas, os corações e os cascos
Tirando as mascaras frias
Mudando teu jeito de pensar
Batendo se abrem as feridas
Sofrendo tu aprendes a amar
Canções vindas de tons divinos
Em notas de alaúdes humanos
Fazem do momento trágico
Simples lembranças de um sonho
Que muito te ensina a viver
Este é o dom dado ao singelo poeta
Que do mundo tira sua inspiração
E arte ele faz com o que todos desprezam
Ou mesmo ignoram...
Usando apenas os sentimentos
Tendo um lápis e uma borracha às mãos
E os seres tomam seus caminhos
Os poetas observam o mundo
Os filosofos aprendem a pensar
E no fim toda ação muda as vidas
Poesia reflete o sentir
E o saber vem do filosofar
Todo poeta é filosofo
E bem como vice e versa
A poesia em si é saber
E o saber poesia fará
Tudo no mundo é uma arte
E todo elemento inspira as almas
Percepção é o que falta
Coisa que o poeta aprende a ter...
Poeta, lembra teu sonho
Tu sentes por todos
Sensível o és, aprendeste o amar e o viver
Usa teu dom e dispares nas almas
As palavras mais belas
Que ensinem a pensar
Consciência desperte!
Há 13 anos
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